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Casas de prostituição e de venda de drogas encerradas no Cazenga

Mulheres “importadas” para a prática de sexo. Venda de drogas, poluição sonora, brigas e aumento da criminalidade fazem parte do rol de reclamações dos moradores do Cazenga.

Seis residências que funcionavam como casas de diversão nocturna, venda de drogas e propiciavam o aumento de prostituição no bairro Adriano Moreira foram encerradas pela administração municipal.

A informação foi avançada, esta semana, ao Novo Jornal pelo administrador do Cazenga, Victor Nataniel Narciso, que admite haver a prática de “importação” de mulheres para actividades sexuais naquelas paragens.

O administrador municipal explicou que as residências em causa eram na sua maioria arrendadas por pessoas provenientes da República de Democrática do Congo que se dedicavam à prostituição, venda de drogas e à prática de poluição sonora na rua 1 da comissão do Cazenga.

“Estas pessoas arrendaram as casas e transformaram-nas em autênticos cabarés, lugares de prostituição, de venda de drogas, que provocavam bastantes preocupações à população que tinha deixado de ter sossego. Faziam também sujeira ao longo dos passeios das vias, impossibilitando a circulação naquela área. Face às denúncias dos moradores desloquei-me pessoalmente ao local e ordenei aos órgãos competentes, quer da polícia como da administração para que repusessem a ordem naquela localidade, o que foi feito”, disse.

Tany Narciso asseverou que a poluição sonora no período nocturno e a venda desordenada constam entre as maiores preocupações da administração que trabalha para reduzir a criminalidade, entre violações e roubos de viaturas que crescem na circunscrição.

“O Tala Hady, é um bairro devidamente organizado, asfaltado, com energia, iluminação pública, mas é onde se verifica um maior roubo de viaturas; e isto deve-se também a uma actividade nocturna intensa de vendas desordenadas”, observou o administrador, apontando zonas cuja prática está ser desincentivada.

“Há o caso concreto de uma churrasqueira de quinta-feira onde os indivíduos praticavam actividades na rua, bloqueando-a. A fiscalização actuou nesta área e repusemos o funcionamento to normal da churrasqueira. Actuámos em quase toda a extensão do município, assim como na rua Três do Tala-Hady, na Manauto 7 e na rua do cine África. Esta situação deve-se a práticas incorrectas nocturnas e diurnas, principalmente ligadas a vendas desordenadas que estamos a combater”.

Novo Jornal

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